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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Kimi no Nawa - Your Name

Faz tempo que eu não falo de filmes, não é mesmo? Houveram vários filmes que eu assisti que quis escrever sobre, tanto filmes que se revelaram grandes blockbusters quanto filmes que não foram feitos para todos os gostos, passando por aqueles filmes que lidam com assuntos bastante delicados. Mas o filme de que quero falar aqui não se encaixa em nenhuma dessas opções. É um daqueles filmes que raramente vemos por aqui, uma animação japonesa que lida com vários elementos confusos. Graças a essa dinâmica eu até compreendo o porque as pessoas começaram a rir assim que a sessão acabou. O que ainda não entendo é essa relutância dos cinemas brasileiros de passarem animações japonesas.
Em minha humilde opinião, as animações japonesas são as melhores do mundo, fato. A última que assisti num cinema foi Ponyo e isso foi quando minha mãe ainda estava viva E conseguia enxergar, só pra ter uma ideia...
Vamos falar sobre a animação! No trailer eles abordam a forma como os personagens trocam de corpo e a passagem de um meteoro. Até aí, nada de muito inusitado. Lembra até um filme nacional, se eu fosse você, com o Tony Ramos e Glória Pires. Então você dá um jeito de arrastar seu namorado (a) pra assistir o filme com você, nem sabendo quando ele vai estrear de fato. No Facebook, que foi onde você viu o trailer, dizem que será no dia 5, no entanto a estréia de fato se dá no dia 11... em horários horríveis! Quando procurei em Guarulhos, só ia passar na terça-feira, no horário das 19:00, sendo que em São Paulo tinham um pouco mais de salas. Os horários, no entanto, eram todos horríveis, ou às 19:00 ou às 21:30. Mas sacrifícios devem ser feitos, e eu insisti. Dia 12 era feriado então fiz com que o Henrique me acompanhasse até o Santa Cruz. Enquanto estávamos no trem a caminho, eu olhava os lugares disponíveis. Só tinha os da frente da tela, mas eu pensei que, se por muita sorte, eu conseguisse dois lugares, um do lado do outro, iria ver o filme a qualquer custo. Só que não. A sala lotou. Eu podia pegar o horário seguinte, das 21:30? Claro que não... Afinal, estava em São Paulo e tinha que voltar pra Guarulhos, ele pra Osasco, e era um dia de feriado. Tudo estava contra nós. Mas resolvemos comprar os ingressos pro sábado, logo nos encontramos novamente no dia marcado pra ver o filme. Passamos o dia inteiro juntos e, de noite, lá estávamos nós. O rapaz que recebia os ingressos estava comentando com outro funcionário sobre como aquele filme devia ser bom, já que todas as salas estavam lotando. Fiz questão de dizer pra ele que aquilo ficasse de lição que eles podem, sim, trazer animações japonesas pro Brasil, pois existe público para tal. E que, se possível, colocassem em horários melhores, pois aquele era horrível. A desculpa dele é que aquele filme era uma exceção. Eu não me importo que era, pois ainda assim a lotação das salas era um fato. Então chegamos na sala. Pessoas ficavam chegando atrasadas e, para chegarem aos seus lugares, passavam na frente de onde eu lia a legenda. Além disso, tinha uma pessoa na nossa frente que era bem alta, o que significa que tinhamos que ficar fazendo malabarismo pra conseguir ler a legenda. Ainda bem que ele não era de se mexer muito! Agora, sobre o filme... Que fique claro que daqui pra frente terão spoilers, então leia por sua conta em risco. Não que faça diferença, já que o filme já saiu de cartaz...
Os assuntos abordados no filme são mais profundos que apenas uma troca de corpos, e você só se dá conta disso depois de uma certa porção do filme já ter passado. Você só entende de fato quando percebe que a garota está morta na época em que o garoto para de ter as trocas de corpo e resolve investigar. O relacionamento dos dois, se é que se pode chamar assim, é bastante significativo, já que eles estabelecem regras para não afetarem de forma negativa a vida de um e do outro enquanto estiverem com corpos trocados. É interessante ver como cada um deles encara a vida do outro enquanto estão em corpos trocados e como é tocante o esforço do garoto para encontrar uma garota que, supostamente, ele nunca viu. Supostamente. Como eu disse, o filme também lida com o espaço-tempo, o que significa que o garoto consegue, de uma forma bastante inteligente, se religar ao corpo da garota, de forma que ele consegue arquitetar um plano magistral para salvar o pequeno vilarejo de ser destruído durante a passagem do meteoro. Que ele já viu há 3 anos atrás, quando a garota foi até Tóquio para conhecê-lo pessoalmente. Problema é que ele não fazia a menor ideia de quem era ela, pois ainda não tinha tido a experiência de troca de corpos com ela. Ela no entanto já tinha vivido tudo aquilo. Vilarejo salvo e apenas um encontro pessoalmente entre os dois, devido circunstâncias diversas e misteriosas, o ritmo se acelera, nos mostrando como cada um esquece do outro, apesar de terem a noção de que perderam algo que lhes era muito querido, muito precioso. E nosso foco se apóia no personagem masculino e em como ele está, agora, crescido, ainda sentindo falta de algo. Quando os dois se vêem indo em direções opostas na linha de trem. Surpreendentemente, os dois descem de seus respectivos trens e voltam, correndo, obviamente na esperança de encontrar o outro. E quando se encontram, por um momento, você acha que eles vão passar reto um pelo outro,como na primeira vez em que a garota vai até Tóquio para falar com o garoto, mas ele não a reconhece por não ter conhecimento de sua existência naquele momento. A diferença é que, dessa vez, ele sabe sim quem é ela. Os dois já têm conhecimento da existência e da importância de um para o outro. E parte dele a iniciativa de chamá-la, dizer que pode parecer estranho, mas ele tem a impressão de que a conhece e, se possível, qual seu nome? A pergunta ressoa dos dois, e apesar do filme terminar ali, você sabe que o final será feliz. Então, por que as pessoas riram quando o filme acabou? Eu honestamente não entendi, e meu namorado disse que não gostou muito do final. Opiniões e adversidades à parte, foi bom ver uma animação japonesa no cinema depois de tanto tempo, pra variar. Só espero que aconteça de novo, de preferência não daqui há tantos anos.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Beleza Oculta

Alguns filmes fazem uma revolução na nossa mente. Esse ano está cheio de filmes que prometem fazer isso. Comigo, pelo menos. Nesse fim de semana que passou meu irmão me fez a proposta de irmos assistir Beleza Oculta, um filme totalmente natalino, que se passa numa época natalina, passando num cinema muito próximo de sua casa... em pleno final de Janeiro. Que razão levou esse filme a estrear somente agora para mim é um mistério mas garanto que vale o ingresso. Já que o boicote ao filme Quatro Vidas de um Cachorro funcionou tão bem, para aqueles que não quiserem ser rebeldes e assistirem ao cachorro podem ver esse filme, vocês não vão se arrepender de forma alguma. Vamos à história.
Para resumir sem dar spoilers e para acompanhar as informações que nos foram dadas nos trailers... A história se passa ao redor de 8 personagens, cada qual com seu próprio peso para a história. Existe o pai cuja filha morreu e que não consegue superar isso, afetando diretamente seu desempenho no trabalho. Existem seus três companheiros de trabalho, a mulher que deu sua vida pelo bem da empresa e agora, no auge da vida, quer ter filhos mas tem medo de estar muito velha para engravidar, o rapaz relativamente jovem que parece estar doente e se recusa a contar para a família e o homem que perdeu o respeito da filha após o divórcio. Existem essas três entidades, a velha morte, a jovem amor e o impetuoso tempo. Por fim, mas em nenhum momento menos importante, a mulher que reúne um grupo de pessoas que também perderam seus filhos. Quase como uma reunião dos alcoólicos anônimos, mas para pessoas que perderam seus filhos.
Howard, o personagem de Will Smith, é o homem que perdeu a filha e escreveu cartas para o tempo, a morte e o amor. Seus companheiros de trabalho estavam procurando por algo para afastá-lo e contratam uma detetive particular que recupera essas cartas e, com a ajuda dessas cartas, resolvem armar um plano para tirar Howard da chefia. Aqui entram nossos atores. Atores interpretando atores. O amor, o tempo e a morte são nada mais que atores contratados para interpretarem tais papéis e ajudarem nessa demanda. Aqui entra a parte bonita da história, e alguns de vocês podem não querer ler o próximo parágrafo se não quiserem ter spoilers pesados sobre o filme.
Kate Winslet é a mulher que viveu para a empresa e quer ter filhos. O tempo é quem vai se envolver com ela, tentando mostrar pra ela que "nunca é tarde". O tempo é um presente. Frases lindas que ajudam muito uma mulher que quer ter filhos mas está com medo demais para seguir com sua ideia. Ele quase convenceu a mim de ter filhos! O segundo é nosso colega que está morrendo. Sim, pois é isso que está acontecendo com ele, mas ele se recusa a falar para sua esposa, e a morte o convence que ele está tirando dela o direito de passar por isso com ele, e o direito de se despedir. Uma coisa é você morrer do nada, outra é saber que está morrendo e não permitir que as pessoas que te amam participem disso. Dos três casos, acho que esse é o que mais me toca. Provavelmente por ser a morte e tudo o mais... Mas caminhemos para o terceiro caso! Edward Norton é o homem mulherengo que, flagrado traindo a mulher, passou por um processo de divórcio e agora não consegue passar tempo com a filha, pois ela o despreza. Claro, temos aqui uma grande influência da mãe, que não aparece em nenhum momento de fato mas que é mencionada todas as vezes pela menina, que faz questão de humilhar o pai pelo seu erro com a mãe. Só no fim do filme que ele consegue uma aproximação um tanto convincente da filha, que logo você percebe, também está disposta a dar uma chance ao pai. Ela só é dura na queda, como qualquer criança triste e magoada. Por fim, existe a mulher que ajuda e seu papel importante no desenvolvimento do Howard. É ela que ele procura quando encontra a morte, o tempo e a amor. É ela que vai, aos poucos, quebrando o gelo ao redor do coração dele. E existem motivos para ser ela que eu não vou dizer aqui, pois esse seria o spoiler máximo e de forma alguma eu faria isso com vocês. Se quiserem saber, vão lá e assistam!
Por fim, Beleza Oculta é um filme bem natalino que saiu no tempo errado mas que vai ter bilheteria mesmo assim, seja pelos seus atores, seja pelo boicote ao filme do cachorro, seja pela busca das pessoas por respostas dessas mesmas "identidades" pelo qual Howard buscou.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Sete Minutos Depois da Meia Noite

Acho que vou voltar a falar de filmes do cinema, já que Janeiro começou muito bem fornido. Já era de meu conhecimento, e eu esperava ansiosamente, pela estréia desse filme no dia 5. Qual não foi minha surpresa por descobrir que ele não veio para Guarulhos. Pelo menos, não para o Cinemark (Shopping Internacional) nem para o Cinépolis (Shopping Maia). Não sei qual a rede de cinemas do Shopping Bonsucesso nem do Shopping Patio, mas enquanto escrevia este post, dei uma olhada e também não tinha. Mesmo em São Paulo, ele estava em pouquíssimas salas. Leandro encontrou o filme passando no cinema do Frei Caneca e marcamos o dia e o horário para assisti-lo. Ir até o Frei Caneca leva um bom tempo, mais ou menos uma hora e meia. Eu acordei tarde, com o despertador que já tinha colocado à propósito para dar tempo de tomar banho, pegar o ônibus, pegar o metrô e descer a Frei Caneca até o Shopping. Aqui, vale lembrar que a rede de cinemas do Frei Caneca não aceita a bandeira Elo e que foi nesse momento que dei graças a Deus por ter pego um pouco de dinheiro antes de sair de casa. O Leandro acabou pagando a pipoca e os refrigerantes. Então nos sentamos e esperamos o pouco tempo até a sessão começar. Até aqui, só falei das dificuldades que encontrei no caminho de ida.
Agora, vamos falar do filme. O nome em inglês é A Monster Calls. Na tradução literal, ficaria "o chamado do monstro" ou "o monstro chama", não sei ao certo. De qualquer forma, não existem tantos personagens assim, e aproveito desse fato para expor cada um deles, de acordo com a sua importância para a história na minha visão. Comecemos com o menino, Con, que está passando por vários problemas tendo que se cuidar praticamente sozinho, esperando por uma cura milagrosa e lutando contra um pesadelo que o atormenta todas as noites. É aqui que entra nosso monstro, e aqui vale lembrar que sua proposta inicial é "lhe contarei três histórias, a quarta você me contará, e será sua verdade". Frases profundas têm aos montes nesse filme, mas vou entrar nesse ponto na próxima parte. Ele diz que veio curar alguém, e aqui entra nossa terceira personagem, a mãe de Connor, Lizzy se não me falha a memória, que está doente e fazendo vários tratamentos tentando combater essa doença. Temos também a avó rigorosa de Con, seu pai ausente e o garoto de quem ele apanha na escola. Óbvio que existem mais alguns personagens mas estes são os de destaque, que se envolvem de alguma forma na trama principal. Agora que temos os personagens, devo mudar de parágrafo, pois o que vou lhes contar à seguir terá spoilers do filme, logo se você não quer saber, pule para o parágrafo seguinte.
A mãe de Connor tem câncer. É óbvio pelas características da doença e pelo cabelo curto e caindo que ela apresenta bem no início do filme. A atriz que interpreta Lizzy é ninguém mais, ninguém menos que a garota de Rogue One e apesar de seu papel não ser o principal do filme ela tem uma carga muito importante não só no filme mas também na vida do nosso personagem principal. A  avó dele é interpretada por Sigourney Weaver, que faz um ótimo trabalho em se mostrar uma pessoa forte e fria na frente do menino enquanto se angustiava e se atormentava com a situação da própria filha. O pai ausente era o mesmo ator que fez o irmão de Ben Hur e foi importante que ele aparecesse para dar a Con a ilusão de que ele poderia ter outro lugar para ficar ao invés da casa da avó, o que não era verdade devido à situação em que o pai dele vivia nos Estados Unidos. Eu gostaria de falar nesse momento do garoto que bate no Con na escola, pois algo nele me incomodou profundamente. Toda vez que o garoto olhava para trás, Con estava olhando para ele, é o que ele argumentava, mas para nós que estamos vendo de fora fica bastante nítido que Con só olha para ele porque ele está olhando para trás, diretamente para ele. Reza a lenda que se alguém te encarar olhando diretamente nos seus olhos que você acabará olhando para essa pessoa e fará o contato visual. Podem fazer o teste e tirar suas próprias conclusões. Aqui entra nosso monstro e suas três histórias, cada uma delas tendo um final inesperado para Connor, o que faz com que ele se revolte por vários motivos. O monstro cobra dele a verdade e a racionalidade, deixando claro na reta final do filme que quem realmente precisava de salvação era o próprio Connor, pois sua mãe não tinha salvação. Inclusive, a quarta história é cobrada do menino no momento exatamente seguinte a ele ter ouvido da mãe que não existe próximo tratamento, quando fica claro que não existe salvação para Lizzy. Connor se revolta e de desespera ao ponto de querer desistir de sua vida, e então você vê que quem realmente precisava de salvação era Connor, desde o início.
Agora vamos filosofar um pouco sobre o monstro, pois foi algo que fiz com dois dos meus amigos para quem contei sobre o filme. A voz do monstro é do ator Liam Neeson. No início do filme você fica sabendo que o pai da Lizzy já morreu e que ela adoraria que Connor o conhecesse. Na casa da vó dele, por duas vezes aparecem retratos e, caso você preste atenção, verá que em um deles está ninguém mais, ninguém menos que o próprio Liam Neeson, segurando uma menina no colo. No final do filme, quando Connor está folheando um caderno de desenhos da mãe dele, ele encontra desenhos relacionados à duas das três histórias que o monstro contou para Connor e, ainda, uma em que existe uma garotinha sentada no ombro do monstro. Me perguntaram se o monstro era real, quando eu assisti o filme com o Leandro até cogitamos a possibilidade de Connor estar tomando algum dos remédios da mãe e o monstro ser apenas uma alucinação causada pelo uso de tais remédios. Também houve a hipótese do monstro ser a imaginação do próprio menino, já que ele praticamente espelhava o menino em muitos momentos do filme. Eu particularmente gosto de pensar que o monstro era o espírito do pai de Lizzy. Tomo como prova o retrato, os desenhos no caderno e a gentileza do monstro para com o menino, apesar que nesse ponto algumas pessoas podem discordar e dizer que não viram gentileza. Se não viram, assistam de novo e procurem, ela está lá. Que pai não conta histórias para sua criança antes dela dormir?
No fundo no fundo, não importa quem ou o que o monstro é. Nem o desfecho de cada personagem. O filme me fez chorar o tempo todo, ao ponto do Leandro ter feito carinho na minha cabeça para me consolar. Apesar do personagem principal ser apenas um menino, não pensem que é um filme infantil. Claro, você pode levar seus filhos para ver, mas é um filme mais profundo, algumas crianças podem sair do filme sem entender muita coisa, pois várias coisas se resolvem de forma velada, sem serem ditas em voz alta. Valeu cada centavo e cada minuto do meu tempo.

domingo, 5 de setembro de 2010

Avatar - The last Airblender

I know, I know. When someone hear Avatar and think about cinema the first thing that comes to mind is the movie from James Cameron. But for those who had a life for the last 10 years, Avatar is a very funny and deep anime. I did not watch the whole serie, but for sure I liked it when I managed to watch a chapter or 2. So, when the movie came out I could do nothing less than go watch it!
The movie starts saying what should be obvious - Book One: Water - and it makes me think about the next movies that (I hope) will come. Before going to watch it I read something that M. Night Shyamalan said about the movie: he wants it to be a trilogy. So do I! It would be a bother to see a good story like "The last Airblender" go unfinished like that. So if you did not watch the movie yet, go and do it NOW!

A little about the movie...
Anyone that watched the cartoon do know the story and might find it a bit empty and boring. Most of the funny scenes that the cartoon had were cut off to make the movie a bit more clean, but you still get the chance to laugh here and there with one or two funny things happening on screen.
I don't know if the fire prince will befriend Aang but I hope he will. Honestly, what kind of enemy would save an enemy? Maybe a desperate prince, I tell ya!
Now now, I will go sleep. I got a flu, so I better take some medicine and go sleep early (at 23:30? Who am I trying to fool?).

sábado, 4 de setembro de 2010

Leonardo di Caprio and Inception

I must confess that the first movie that I watched from Leonardo di Caprio was Titanic and that, if he wasn't the main male character, he could have passed as one of the many people that just died on the movie. But something changed from back then to nowadays. It is not like he is the best actor in Hollywood, but he deserves the fame that he has.
Inception, from Christopher Nolan, is a great movie, we all have to agree about that. I watched it with a friend that I didn't see for a long time. We had to choose between Salt, with Angelina Jolie and Inception, with Leonardo di Caprio. She doesn't know, but I watched Salt on the weekend before I meet her, so I put all my effort on going to watch Inception. And I don't regreat it.
After watching it I made a point to get everyone that did not watch it (yet) to do so. The first person was my brother and after that, my dad and one of my friends called Tadeu. I was hoping to go see the movie a second time with my mother till she said "I don't like Leonardo di Caprio, so I won't watch it". It made me disappointed.
So, if you are one of those people that do not watch a movie because X actor or Y actress is on it, get other people's opinion on count too. Inception is on another level of art and anyone that loves the big screen should give it a try, liking Leo or not.
And that's all for today! Tomorrow I will talk about The Last Airblender.